CLASSICOS EM QUADRINHOS: A BELA E A FERA - TIPO GIBI

CLASSICOS EM QUADRINHOS: A BELA E A FERA - TIPO GIBI

SKU: 9788573989311
€11,90Preço
Esta coleção apresenta grandes clássicos da literatura mundial, adaptados em linguagem simples e adequada ao público infantojuvenil. É uma excelente ferramenta escolar e até de preparação para concursos, como o vestibular.  
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Ao navegar pelos mares do Polo Norte, Robert Walton resgata um homem quase morto sobre um bloco de gelo. Victor Frankenstein, abatido e fraco, narra sua história ao capitão Walton que anota tudo em cartas para sua irmã Margareth. Após a morte de sua mãe, Victor fica obcecado pela ciência e medicina e auxiliado pelos experimentos e informações do professor Waldman, tenta de todas as maneiras criar vida a partir de matéria morta. Após meses de trabalho em laboratório, Frankenstein finalmente trouxe à vida uma "criatura" com partes de corpos de cadáveres. 
O resultado é tão assustador, que Frankenstein o abandona. A criatura foge, mas aprende a falar e ler ao observar outras pessoas, porém, sempre que se aproxima, é tratado como monstro e desprezado. A solitária e incompreendida criatura se vinga então de Frankenstein e de todos que ele ama tirando-lhes a vida. Atormentado, Frankenstein decide ele mesmo matar a criatura em uma perseguição incansável, porém, fatigado e derrotado, acaba morrendo. A criatura lamenta ao ver Frankenstein morto na cabine do barco e afirma que apenas queria ser amado. Ele percebe então que sua existência não faz mais sentido e desaparece nas águas geladas. 
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Mary Shelley é1797 † 1851 
Mary Wollstonecraft Shelley nasceu em Londres, na Inglaterra. Sua mãe morreu apenas dez dias após seu nascimento e Mary foi então criada pelo pai e sua nova esposa. Seu primeiro poema foi publicado aos dez anos de idade. Aos dezesseis, Mary conheceu o poeta Percy Bysshe Shelley, que era casado e pai de dois filhos. Apaixonada, Mary fugiu de casa e viveu ilegalmente pela Europa com Percy. Após a esposa abandonada de Percy cometer suicídio, Mary e Percy se casaram e ela passou a adotar o sobrenome do marido (Shelley). Em 1816, em Genebra, conhece Lord Byron, que a instiga a escrever e, assim, Mary concebe a ideia para a sua mais terrível história. Encorajada por Percy, Mary publica em 1818 seu romance gótico de maior sucesso, intitulado: Frankenstein, ou O Moderno Prometeus. 
Após o trágico naufrágio do barco de Percy na Itália, Mary fica apenas com o único sobrevivente dos quatro filhos do casal, Percy Florence. Ela retorna à Inglaterra, se dedicando ao filho e continuando em sua carreira de escritora. 
Algumas obras de Mary Shelley são: Faulkner (1937), Mathilde (1959), Lodore (1835), Valperga (1823) e O Último Homem (1826), considerado pela crítica como sua melhor obra e que teve grande influência sobre a ficção científica. Os últimos anos da vida de Mary foram marcados pela doença, por causa de um tumor cerebral. Morreu aos 53 anos, mas a popularidade e o sucesso de Frankenstein de Shelley levaram a história ao teatro, TV e ao cinema.